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2 de mai. de 2001

Um estudo divulgado pela Ipsos revela que embora a maioria das mulheres jovens continuem a usar a Internet, algumas deixaram de freqüentar as salas de bate-papo por questão de segurança. Isso porque, segundo a pesquisa, um número significativo de mulheres e adolescentes relatam estar recebendo comentários sobre sexo, o que têm gerado preocupações.
Estes resultados são do The Face of The Web: Youth, o mais recente estudo sobre o uso da Internet realizado pela companhia, com foco em adolescentes e jovens adultos de 16 países. A amostra da pesquisa foi de mais de 10 mil internautas, com idades entre 12 e 24 anos.

A pesquisa revelou que, nos 16 países pesquisados, sete em cada 10 jovens internautas entraram alguma vez em salas de bate-papo e estas salas são mais populares na área urbana do Brasil, onde 91% dos jovens usuários já observaram ou entraram em chats. Os jovens da área urbana do México vêm a seguir, com 79% de participação. Jovens mulheres tiveram o dobro de más experiências em salas de bate-papo do que os rapazes.

A juventude latino-americana reportou menos experiências negativas em chat rooms, com 24% dos jovens brasileiros e 21% dos mexicanos mencionando ter sentido preocupação sobre o que aconteceu nas salas. Já os jovens europeus foram os que menos afirmaram terem sido importunados em chat rooms (8% entre os rapazes, 12% entre as garotas). Um terço das mulheres que tiveram más experiências diminuíram a freqüência com que procuravam esse serviço em comparação com um sexto dos rapazes.

Em mais da metade das vezes, as experiências negativas ocorreram em chat rooms que eram dedicados a temas não relacionados a encontros amorosos e relacionamentos (experiências ruins em salas dedicadas a esses temas abrangeram 38% dos casos). Apesar das experiências desagradáveis para alguns, quase todos os jovens que acessam chat rooms encontram-se posteriormente com alguém que eles conheceram online. Usuários da Ásia e da América Latina foram os que mais procuraram se encontrar com pessoas que conheceram em chats: originários da Coreia do Sul (37%) e de Taiwan (28%) foram os mais ousados, seguidos por jovens mexicanos (29%) e brasileiros (28%).

As amostras na América Latina foram distribuídas proporcionalmente através dos maiores centros urbanos: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Recife (Brasil), Cidade do México, Monterrey, Guadalajara, Leon e Merida (México).

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Meu da próxima vez que eu estiver teclando com alguém que se diga mulher num chat eu vou pensar 4x huauhauhua :)

Link:
BRASNET
nota n?: 3467909 - postado por Dirriba na hora: 4:36 PM

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